Jerônimo será reeleito no primeiro turno.

ARTIGO DE ANÁLISE E OPINIÃO

BAHIA 2026
POR QUE PROJETO JERÔNIMO
REELEITO NO PRIMEIRO TURNO

O que cinco eleições, a geografia do voto e a estrutura municipal dizem sobre o empate de setembro – e quais fatos podem contrariar esta previsão

Por Ricardo Patrese  |  Chapada Urgente  |  5 de setembro de 2026

Vou colocar a frase mais arriscada deste artigo logo no começo, porque prognóstico feito depois da eleição não vale nada. Hoje, 5 de setembro de 2026, minha previsão é que Jerônimo Rodrigues será reeleito governador da Bahia no primeiro turno.

Não cheguei a essa conclusão olhando uma pesquisa isolada, nem somei aos números atuais uma suposta margem histórica de erro. Voltei às cinco eleições para governador realizadas desde 2006, comparei levantamentos da reta final com o que saiu das urnas, examinei com mais atenção 2022 – quando os protagonistas eram os mesmos – e confrontei esse histórico com a geografia do voto, a rede de apoios municipais e as variáveis políticas de 2026.

O resultado não é uma fórmula e não permite saber o futuro. Permite, porém, qualificar a leitura do presente. A eleição será em 4 de outubro; campanha, acontecimentos imprevistos, comparecimento e decisão tardia ainda podem alterar tudo. É justamente por isso que registro a previsão agora, quando ela ainda pode ser confirmada ou desmentida pela urna.

O empate existe. A leitura dele é que está em disputa

A pesquisa AtlasIntel/A TARDE divulgada em 3 de setembro ouviu 1.804 eleitores entre 28 de agosto e 2 de setembro. ACM Neto aparece com 48,8% e Jerônimo Rodrigues com 47,5%, dentro de uma margem de erro de dois pontos percentuais. Nos votos válidos publicados, Neto tem 50,0% e Jerônimo, 48,7%. O segundo número está 1,3 ponto abaixo da marca de 50%; para vencer no primeiro turno, entretanto, um candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos, e os percentuais divulgados são arredondados.

A Atlas não está sozinha ao descrever uma corrida apertada. Real Time Big Data, DataTrends e Quaest encontraram diferença de dois pontos entre os principais candidatos. A Opnus/BNews colocou Jerônimo numericamente à frente em dois cenários. O Veritá, em contraste, mediu vantagem superior a vinte pontos para ACM Neto.

Quadro 1 – Pesquisas estaduais citadas neste artigo

InstitutoCampo | amostraACM NetoJerônimoMargem
AtlasIntel/A TARDE28 ago.-2 set. | 1.80448,8%47,5%±2,0 pp
Real Time Big Data6-10 ago. | 1.60044%42%±2,0 pp
DataTrends15-17 ago. | 1.20043%41%±2,83 pp
Quaest23-26 ago. | 90039%37%±3,0 pp
Opnus/BNews17-22 ago. | 1.20040% / 41%43% / 42%±3,0 pp
Veritá15-19 ago. | 2.02056,1%35,8%±2,5 pp

Nota: percentuais dos cenários estimulados em votos totais. Os levantamentos têm datas, métodos e listas de candidatos diferentes; o quadro serve para situar a dispersão das medições, não para produzir média simples. Na Opnus, as duas colunas exibem os dois cenários publicados.

Eu não retiraria o Veritá do artigo por nenhum motivo. Quem só apresenta a pesquisa que confirma sua tese está fazendo propaganda, não análise. O levantamento é um alerta objetivo contra excesso de confiança. Ao mesmo tempo, também é objetivo que cinco institutos – Atlas, Quaest, Real Time, DataTrends e Opnus – descrevem uma disputa muito mais estreita.

O debate, portanto, não é sobre a existência do empate técnico nas pesquisas mais convergentes. Ele existe. O ponto é outro: uma fotografia estatística de setembro deve ser lida como retrato daquele momento, não como reprodução antecipada da urna. A história recente da Bahia recomenda essa distinção.

Antes do retrovisor, o método

CRITÉRIO DE COMPARAÇÃO:  Comparei o percentual do candidato do PT nos votos válidos de levantamentos publicados na reta final com o resultado oficial, também em votos válidos. Em 2022, mostro Atlas e Datafolha porque a distância entre as duas medições é parte essencial da história. A seleção é identificada por instituto e data; não é um agregado de todas as pesquisas, não estima viés sistemático e não autoriza calcular um coeficiente de correção para 2026.

Essa precaução muda o sentido da tabela abaixo. As diferenças não são tratadas como ‘erro’ no sentido técnico, porque pesquisa mede uma população em um intervalo de tempo e a eleição registra votos efetivamente depositados depois da campanha restante. Os números funcionam como contexto histórico: mostram o quanto a leitura eleitoral disponível na reta final pode terminar próxima, distante ou até politicamente invertida na urna.

Quadro 2 – Candidato petista: levantamento de referência e resultado oficial

EleiçãoLevantamentoPesquisaUrnaDiferença
2006Ibope | véspera41,0%52,89%+11,89 pp
2010Datafolha | reta final57,0%63,83%+6,83 pp
2014Ibope | véspera46,0%54,53%+8,53 pp
2018Ibope | véspera77,0%75,50%-1,50 pp
2022AtlasIntel | final47,7%49,45%+1,75 pp
2022Datafolha | véspera38,0%49,45%+11,45 pp

Nota: diferença calculada entre o ponto central publicado e o resultado oficial do candidato do PT. Em 2022, as duas linhas se referem à mesma eleição e evidenciam que a conclusão depende do instituto escolhido.

Em quatro dos cinco ciclos eleitorais, o candidato petista terminou acima dos levantamentos escolhidos para esta comparação; em 2018, terminou abaixo. A variação é grande, inclusive dentro de 2022. Por isso, o histórico sustenta uma advertência sobre leitura política – não uma conta automática.

O que cinco eleições ensinam

2006: a véspera apontava Souto; a urna elegeu Wagner

Na véspera da eleição de 2006, o Ibope apresentava Paulo Souto com 51% dos votos válidos e Jaques Wagner com 41%. No dia seguinte, Wagner foi eleito em primeiro turno com 52,89%, contra 43,03% de Souto. A margem política mudou de Souto +10 para Wagner +9,86. Não é preciso atribuir fraude ou falha científica para reconhecer o fato: aquela fotografia não antecipou nem o vencedor nem o encerramento da disputa no primeiro turno.

2010 e 2014: acerto de direção, depois empate rompido

Em 2010, o Datafolha já indicava Jaques Wagner reeleito no primeiro turno, com 57% dos votos válidos. Ele terminou com 63,83%. O instituto acertou o vencedor e a natureza da eleição; a urna apenas ampliou a força do candidato em relação ao ponto central publicado.

Quatro anos depois, a situação foi mais dramática. Em 10 de setembro de 2014, o Ibope mostrava Paulo Souto com 46% das intenções e Rui Costa com 24%. Na pesquisa final, realizada entre 1º e 4 de outubro, os dois apareceram empatados em 46% dos votos válidos. A urna deu 54,53% a Rui e 37,39% a Souto: vantagem de 17,14 pontos e vitória petista no primeiro turno. A reação havia sido captada, mas sua dimensão final não.

2018: a exceção necessária

Em 2018 ocorreu o contrário. O Ibope da véspera apresentou Rui Costa com 77% dos votos válidos e José Ronaldo com 17%. O resultado foi aproximadamente 75,5% para Rui e 22,3% para José Ronaldo. Manter esse caso no centro da análise é indispensável: ele impede a fantasia de uma lei segundo a qual pesquisas baianas sempre subestimariam candidatos do PT. O histórico mostra recorrências; não oferece garantias.

2022 é o caso decisivo

A comparação deixa de ser apenas histórica quando chegamos aos mesmos protagonistas de 2026. Em 5 de setembro de 2022, a Real Time Big Data mostrava ACM Neto com 49%, Jerônimo com 24% e João Roma com 9%. Hoje, exatamente quatro anos depois, a Atlas registra 48,8% para Neto e 47,5% para Jerônimo. Não são pesquisas do mesmo instituto, não têm o mesmo método e os campos de candidatos são diferentes. Ainda assim, como enquadramento político, a distância entre os pontos de partida é impossível de ignorar: em 2022, Jerônimo precisava atravessar um abismo; em 2026, já aparece no empate técnico.

Na véspera do primeiro turno de 2022, o Datafolha apresentava Neto com 51% dos votos válidos e Jerônimo com 38%, cenário compatível com a possibilidade de vitória do ex-prefeito no primeiro turno. A urna produziu 49,45% para Jerônimo e 40,80% para Neto. A margem saiu de Neto +13 para Jerônimo +8,65, deslocamento de 21,65 pontos entre os dois. Esse antecedente não prova repetição, mas torna frágil qualquer análise de 2026 que trate o número de setembro como destino.

O teste mais duro: Atlas contra Atlas

A crítica mais forte à minha interpretação é justa: Datafolha e Real Time ficaram muito distantes do resultado de 2022, enquanto a Atlas chegou bem mais perto. Por isso, o teste relevante não é Datafolha 2022 contra Atlas 2026. É Atlas contra Atlas.

Na última Atlas antes do primeiro turno de 2022, realizada entre 26 e 30 de setembro, Jerônimo tinha 47,7% dos votos válidos e Neto, 40,9%. A urna deu 49,45% e 40,80%, respectivamente. Jerônimo terminou 1,75 ponto acima do ponto central estimado; a vantagem entre os dois passou de 6,8 para 8,65 pontos. Foi uma fotografia muito mais próxima do resultado do que as demais citadas aqui.

Agora, em setembro de 2026, a mesma Atlas apresenta Jerônimo com 48,7% dos votos válidos. Não vou somar 1,75 a 48,7. Uma eleição anterior não fornece um coeficiente mágico para corrigir a próxima. A comparação legítima é mais modesta: a distância nominal que hoje separa Jerônimo da marca de 50% é menor do que a diferença entre o ponto central da Atlas final de 2022 e sua votação efetiva naquele primeiro turno. Isso não prova que ele já esteja acima de 50%. Mostra que estamos discutindo uma distância pequena.

O estado agregado esconde territórios diferentes

É tentador olhar apenas o número estadual e imaginar uma Bahia politicamente uniforme. A própria Atlas atual mostra outra coisa. Jerônimo lidera com 61,3% no agrupamento encabeçado por Feira de Santana; aparece com 52,6% no bloco que reúne Barreiras, Guanambi e Vitória da Conquista; e marca 48,8% no recorte de Juazeiro, Paulo Afonso e Irecê.

Esses recortes devem ser lidos com cautela. Subamostras regionais têm menos entrevistas e, em regra, maior incerteza do que o levantamento estadual; os percentuais exatos não carregam automaticamente a mesma precisão da margem geral de dois pontos. Ainda assim, eles são sinais direcionais importantes: a força de Jerônimo no interior não precisa ser imaginada como algo invisível, porque aparece dentro da própria pesquisa que registra empate no conjunto do estado.

A geografia do segundo turno de 2022 ajuda a entender por quê. Segundo levantamento publicado por A TARDE, Jerônimo acumulou 590.579 votos de vantagem nos municípios de até 20 mil habitantes e outros 587.855 nas cidades entre 20 mil e 100 mil. O saldo positivo nesses dois grupos chegou a 1.178.434 votos. Neto abriu 704.993 votos nas cidades com mais de 100 mil habitantes. Jerônimo venceu em 92,6% dos municípios pequenos e 87,3% dos médios; Neto, em 88,9% dos grandes.

Essa conta é mais útil do que a oposição simplista entre Salvador e interior. Ela mostra que Neto pode ser muito forte nos maiores centros e ainda assim perder a Bahia. Foi o que aconteceu em 2022. Também lembra que uma vantagem territorial só se transforma em resultado quando comparecimento, mobilização e preferência efetiva caminham na mesma direção.

Prefeituras: capilaridade, não propriedade do voto

Há evidência acadêmica sobre a associação entre apoio municipal e desempenho eleitoral. O estudo O governismo em cena, de Raquel Florence de Carvalho, Cláudio André de Souza e Humberto Dantas de Mizuca, mapeou declarações públicas dos 417 prefeitos baianos na eleição de 2022. Foram identificados 272 apoios a Jerônimo, 114 a ACM Neto, oito a João Roma e 23 casos indefinidos.

Os autores compararam esses apoios com a votação nos municípios. Jerônimo obteve, em média, 61,1% onde tinha apoio declarado do prefeito e 47,7% onde o gestor apoiava um adversário. Neto alcançou média de 44,8% nas cidades em que tinha apoio do prefeito e 32,3% onde o gestor havia se alinhado a outro candidato. É uma associação relevante, mas não demonstra transferência automática.

A associação, sozinha, também não determina a direção da causalidade. Um prefeito pode ajudar a organizar campanha e influenciar parte do eleitorado; pode, ao mesmo tempo, aderir ao candidato que já percebe como forte em sua cidade. O próprio estudo alerta para a possibilidade de números de apoio inflados pelas campanhas e constrói seu mapa a partir de declarações públicas localizadas em um período específico. Prefeito não é dono do voto, mas tampouco é figurante.

Em maio de 2026, A TARDE informou que a coordenação da pré-campanha de Jerônimo contabilizava mais de 350 prefeitos em sua base, algo próximo de 84% das prefeituras baianas. Esse número não foi produzido pela mesma metodologia do mapa acadêmico de 2022 e não permite comparação estatística direta com os 272 apoios verificados pelos pesquisadores. Deve ser atribuído corretamente à campanha e lido como sinal político de capilaridade, não como percentual de votos.

Quem acompanha a política nos municípios pequenos e médios sabe o que essa capilaridade significa na prática: presença em agendas locais, articulação com vereadores e lideranças, circulação em rádios e grupos comunitários, organização de rua e capacidade de chegar a eleitores que não vivem a campanha apenas pela televisão ou pelas redes sociais. Nada disso cabe numa equação simples. Ignorá-lo, porém, também seria erro.

Lula, voto cruzado e a narrativa de mudança

Excluir Lula da análise seria intelectualmente desonesto. A votação presidencial, a avaliação dos governos estadual e federal, a estrutura partidária e os apoios municipais interagem; nenhuma dessas variáveis atua de forma automática ou isolada. Ao comentar a Atlas de setembro, Andrei Roman, CEO do instituto, observou que há eleitores de Lula declarando voto em ACM Neto e avaliou que uma maior nacionalização das preferências tende a favorecer Jerônimo. Isso sugere potencial de conversão, não garantia de que ela ocorrerá.

Neto, por sua vez, chega com uma marca eleitoral conhecida e uma mensagem coerente de alternância. Seu site oficial mantém a ideia de que ‘a Bahia quer mudança’ e o slogan ‘Mudança com segurança’. Depois de quase duas décadas de governos petistas, o desgaste acumulado pode se transformar em voto oposicionista. A pergunta decisiva é se insatisfações com segurança, saúde, educação e serviços públicos serão fortes o suficiente para romper o padrão eleitoral construído desde 2006.

O que pode derrubar esta previsão

Uma previsão séria precisa declarar seus pontos de falha. Quatro riscos merecem atenção especial:

  • O Veritá pode estar mais próximo da realidade. Se a vantagem superior a vinte pontos medida pelo instituto captar um segmento que os demais não alcançaram adequadamente, a tese de primeiro turno para Jerônimo perde sua base.
  • A avaliação do governo está polarizada. Na Atlas, 44% classificam a gestão como boa ou ótima e 42% como ruim ou péssima. Um quadro assim pode favorecer tanto consolidação governista quanto voto de rejeição.
  • Recortes regionais e apoios municipais não equivalem a voto contado. Subamostras têm maior incerteza, e o número de prefeitos divulgado pela campanha não é uma medição independente do comportamento do eleitor.
  • A campanha ainda está viva. Debates, crises, alianças, acontecimentos nacionais, abstenção e decisão tardia podem alterar a distribuição dos votos e o comparecimento de cada território.

Esses riscos não aparecem aqui como ritual de imparcialidade. São as condições concretas sob as quais minha leitura pode estar errada. Previsão não é prova antecipada; é uma conclusão provisória exposta ao teste da realidade.

Por que, ainda assim, eu assumo o primeiro turno

Depois de voltar a 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022, minha leitura de 2026 ficou mais clara. O histórico mostra que a fotografia da reta final já subestimou a dimensão do voto petista em quatro dos cinco ciclos comparados, embora 2018 prove que não existe regra. Em 2022, com os mesmos dois nomes, Jerônimo saiu de uma desvantagem enorme no início de setembro, terminou o primeiro turno na frente e ficou a 0,55 ponto de encerrar a disputa. A Atlas daquele ano chegou perto do resultado e, ainda assim, registrou o petista 1,75 ponto abaixo de sua votação efetiva.

Agora, a própria Atlas já o coloca com 48,7% dos votos válidos. O mesmo levantamento identifica força em recortes importantes do interior. A geografia de 2022 mostra como municípios pequenos e médios podem compensar a vantagem de Neto nos grandes centros. Jerônimo chega à fase decisiva com uma rede municipal que sua campanha diz superar 350 prefeitos e com espaço político para ampliar a associação de sua candidatura a Lula.

Nenhum desses elementos, isoladamente, fecha a conta. Juntos, eles me parecem mais explicativos do que a leitura literal do 48,8 a 47,5 estampado na manchete. Por isso, não escrevo apenas que existe possibilidade. Eu projeto Jerônimo Rodrigues reeleito governador da Bahia no primeiro turno em 4 de outubro de 2026.

É uma previsão, e previsão de verdade pode falhar. Se houver segundo turno, este artigo estará errado. Se ACM Neto vencer, estará ainda mais errado. É justamente isso que dá valor a publicá-lo agora: não estou esperando Jerônimo chegar a 50%, nem esperando outubro para reconstruir retrospectivamente uma explicação.

Se Jerônimo ultrapassar metade dos votos válidos em 4 de outubro, talvez a pergunta mais interessante não seja ‘como ele virou a eleição nas últimas semanas?’. Talvez seja outra: a eleição realmente virou ou nós estávamos olhando para ela pelo ângulo errado?

Minha resposta, um mês antes da urna, está dada.

Ricardo Patrese

Jornalista | Chapada Urgente – O Portal de Notícias da Chapada Diamantina

Nota de transparência editorial

Ferramentas de inteligência artificial foram utilizadas como apoio na localização e organização de fontes, conferência aritmética e revisão textual. A checagem dos dados, a interpretação política, a argumentação, a conclusão e a responsabilidade editorial são integralmente do autor.

Fontes e referências verificáveis

Os títulos abaixo são links diretos para as páginas consultadas.

Pesquisas e cenário de 2026

AtlasIntel/A TARDE – empate para o Governo da Bahia. 3 set. 2026. Percentuais totais e válidos, avaliação dos governos, metodologia e análise de Andrei Roman.

AtlasIntel/A TARDE – recortes do interior. 4 set. 2026. Resultados dos agrupamentos regionais citados.

Real Time Big Data – pesquisa para governador. Agosto de 2026. ACM Neto 44% e Jerônimo 42%.

DataTrends – corrida pelo Governo da Bahia. Agosto de 2026. ACM Neto 43% e Jerônimo 41%.

Quaest – empate técnico na Bahia. 27 ago. 2026. Amostra, margem de erro e percentuais dos cenários.

Opnus/BNews – dois cenários estimulados. Agosto de 2026. Jerônimo numericamente à frente nos dois cenários citados.

Instituto Veritá – pesquisa BA-02806/2026. Agosto de 2026. ACM Neto 56,1% e Jerônimo 35,8%.

TSE – principais datas do calendário eleitoral de 2026. Calendário oficial: primeiro turno em 4 de outubro e eventual segundo turno em 25 de outubro.

Pesquisas e resultados históricos

Folha – Ibope da véspera na Bahia em 2006. Paulo Souto 51% e Jaques Wagner 41% dos votos válidos.

Folha – apuração do primeiro turno na Bahia em 2006. Jaques Wagner 52,89% e Paulo Souto 43,03%.

Folha – Datafolha na Bahia em 2010. Jaques Wagner 57%, Paulo Souto 21% e Geddel Vieira Lima 17% dos votos válidos.

Câmara dos Deputados – resultado da eleição de 2010 na Bahia. Jaques Wagner eleito em primeiro turno com 63,83%.

A TARDE – Ibope final da Bahia em 2014. Paulo Souto e Rui Costa empatados com 46% dos votos válidos.

Folha – resultado do primeiro turno na Bahia em 2014. Rui Costa 54,53% e Paulo Souto 37,39%.

UOL – Ibope final da Bahia em 2018. Rui Costa 77% e José Ronaldo 17% dos votos válidos.

TSE – Rui Costa reeleito em primeiro turno em 2018. Resultado oficial da eleição para o Governo da Bahia.

CNN Brasil – Real Time Big Data de 5 de setembro de 2022. ACM Neto 49%, Jerônimo 24% e João Roma 9%.

Folha – Datafolha da véspera do primeiro turno de 2022. ACM Neto 51% e Jerônimo 38% dos votos válidos.

CNN Brasil – AtlasIntel final de 2022. Jerônimo 47,7% e ACM Neto 40,9% dos votos válidos.

TRE-BA – resultado da eleição para governador em 2022. Jerônimo obteve 49,45% dos votos válidos no primeiro turno.

Território, prefeituras e campanhas

A TARDE – polarização e geografia do voto na Bahia. Saldos eleitorais e vitória por tamanho dos municípios no segundo turno de 2022.

Cadernos do CEAS – O governismo em cena. Artigo acadêmico sobre apoio dos prefeitos e a eleição para governador da Bahia em 2022.

PDF integral – O governismo em cena. Mapeamento dos 417 prefeitos e médias municipais usadas no texto.

A TARDE – apoio municipal à candidatura de Jerônimo em 2026. Número atribuído à coordenação da pré-campanha e reportado em maio de 2026.

Site oficial de ACM Neto. Mensagem de campanha e slogan citados no artigo.

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